Tecnologia para fazer você chegar mais rápido em casa

Um dos maiores problemas enfrentados pelas grandes metrópoles atualmente é o gerenciamento do difícil trânsito de veículos pelas ruas das cidades irritando os cidadãos, gerando perda de dinheiro e aumentando os custos das empresas. O deslocamento de milhares de pessoas de casa para o trabalho – e claro, a volta no fim do expediente – demanda um gerenciamento gigantesco de diversos recursos operacionais para que a cidade não fique “emperrada” e que todos possam chegar aos seus destinos com o menor transtorno possível.

Embora os engarrafamentos continuem intensos, a verdade é que se não existisse uma gestão do fluxo de veículos efetivo nas vias urbanas a situação seria muito pior. No município do Rio de Janeiro, esse controle é feito no Centro de Operações Rio, ou COR, inaugurado em dezembro de 2010. Ele é um tipo de quartel general que monitora e gerencia, em tempo real, as várias atividades urbanas que ocorrem todos os dias na cidade. O trânsito de veículos é apenas mais uma delas.

Esse gerenciamento só é possível porque o COR usa o sistema S4C da empresa Comtex. Criado para oferecer visualização das informações de forma inteligente, o S4C apresenta os dados em mapas com imagens de satélite onde várias camadas podem ser “ligadas” ou “desligadas”. Funciona assim: se um operador detecta por meio de câmeras que um veículo está enguiçado, ele pode “ligar” a camada dos semáforos naquela via e reordená-los para permitir um melhor escoamento do trânsito.

Embora esta integração seja complexa, a visualização das diversas informações é bastante simples. As camadas são exibidas num telão entre outras informações. Segundo Alexandre Amaral de Moura, diretor executivo da Comtex, o gerenciamento das informações por meio do S4C “coloca o Rio de Janeiro no mesmo patamar das grandes cidades do mundo”. O empresário afirma que quanto mais integrado estiverem os sistemas urbanos, mais segurança o poder público poderá oferecer aos seus concidadãos. “Informação é segurança. O Rio de Janeiro não pode abrir mão dessa tecnologia”, defende Alexandre de Moura.

Author: admin

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